sexta-feira, 20 de abril de 2012

Eu sinto saudades. Coisa estranha essa tal de saudade. Você não vê, não   pega, mas ela está ali. Saudade dói. Dói forte. É como se alguém   estivesse apertando o seu coração; estrangulando-o. É uma dor imaterial.   Não dá pra fazer curativos. Mas há consistência neste imaterial. Eu   sinto saudade dos sonhos. Do cheiro. Do gosto. Das carícias trocadas. De   tudo que poderia ter sido. Não foi. Eu sinto saudade das palavras   doces. Do olhar carinhoso. Dos planos loucos. Eu sinto saudade também do   que não existiu. Queria tanto que tivesse existido. Mas não houve. Eu   sinto saudades. Ela mora em mim. Um dia para de doer. Ela está  começando  a ir embora. E eu já sinto saudades.
Eu sinto saudades. Coisa estranha essa tal de saudade. Você não vê, não pega, mas ela está ali. Saudade dói. Dói forte. É como se alguém estivesse apertando o seu coração; estrangulando-o. É uma dor imaterial. Não dá pra fazer curativos. Mas há consistência neste imaterial. Eu sinto saudade dos sonhos. Do cheiro. Do gosto. Das carícias trocadas. De tudo que poderia ter sido. Não foi. Eu sinto saudade das palavras doces. Do olhar carinhoso. Dos planos loucos. Eu sinto saudade também do que não existiu. Queria tanto que tivesse existido. Mas não houve. Eu sinto saudades. Ele mora em mim. Um dia para de doer. Ele está começando a ir embora. E eu já sinto saudades.

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